Como anda esse garrancho aí!?

Como anda esse garrancho aí!?

Falando de tecnologia, evolução dos meios de comunicações e infinitas maneiras de uso do recurso tempo (cada vez mais escasso) e a tal facilidade, fica fácil perceber o quanto nossa letra vai piorando. Ou mesmo como fica difícil escrever longos parágrafos à mão. Surgindo também outra questão: onde armazenar tudo isso?

 

Lembro de rever meus cadernos de infância com saudosismo e  boas recordações de um tempo que não volta mais. Isso antes de queimá-los. Não vi muito sentido em ficar guardando-os mais, armazenar também seria um desafio pra tanto material.

 

Apesar de não passar um dia sem uma listinha e folhas de rascunhos ao lado pra clarear algumas ideias ou resumir algum aprendizado adquirido, o fato é que escrevo muito menos manualmente. Mas a paixão pela tipografia só aumenta e é disso que gostaria de compartilhar.

 

O primeiro contato que tive com o termo lettering e o universo da tipografia foi em 2009, no curso de design gráfico do INAP com o professor Roberto Marques, mestre! Identifiquei-me no ato e me lembrei do quanto já gostava disso. Quando mais novo ficava imitando o estilo dos pichadores nos cadernos da escola. Mais tarde, ainda sem aulas, na primeira coleção da Volver, criei ‘na tora’, no word memso, duas estampas alternando tipos, tamanhos e cores. À partir dali fui procurar aprender sobre o assunto. Me dediquei mais e me adaptei melhor ao computador, de onde surgiram várias estampas tipográficas. Mas sempre de olho nos sign painter’s (veja referências abaixo).

 

Pra quem também curte o desenho de letras e aprecia a arte  que há por trás disso, ou mesmo quem ainda não entendeu do que se trata, segue algumas referências fantásticas!

 

Saca o peso desse (16 toneladas!):

 

Eterno Jack Daniel´s:

 

Aqui, várias referênicias que venho coletando com o tempo:

https://br.pinterest.com/volvertshirts/typography/

f.nunes